Andrea Pirlo não será o novo treinador da Seleção Italiana. Em uma publicação compartilhada nas redes sociais nesta segunda-feira (27), o ex-jogador e que atualmente atua como técnico foi informado da decisão da Federação Italiana de Futebol (FIGC) no último domingo.
A nova informação de Pirlo foi divulgada em conjunto de um comunicado que o comandante já tinha feito em seu perfil no último domingo, quando rebateu as acusações por conta de sua ligação com uma casa de apostas russas. Contudo, a inclusão da confirmação de que ele não concorreria mais ao cargo da seleção principal foi adicionada.
É bom relembrar que Pirlo foi o terceiro nome buscado pelo diretor Paolo Madini e seu conselheiro Leonardo. Anteriormente, eles tentaram abrir negociações com Carlo Ancelotti e Pep Guardiola, este último recusando.
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Confira o pronunciamento oficial de Pirlo
“Por respeito às instituições, à Federação Italiana de Futebol e a todas as pessoas envolvidas, optei até agora por manter o silêncio. Mas, depois de saber na noite de ontem que deixei de ser candidato ao cargo de técnico da seleção italiana, considero meu dever esclarecer alguns pontos.
Nos últimos dias, acompanhei com grande tristeza o debate que surgiu em torno do meu nome e da possibilidade de assumir o comando da seleção italiana.
Ao longo da minha carreira, primeiro como jogador e agora como treinador, sempre exerci minha profissão em total respeito às leis dos países onde trabalhei e aos contratos que assinei. A parceria profissional que foi alvo das recentes polêmicas surgiu no contexto da minha trajetória de trabalho nos Emirados Árabes Unidos e tem natureza exclusivamente comercial e esportiva.
Atribuir a essa colaboração um significado político significa atribuir a mim convicções que jamais expressei e que não me representam.
Quero agradecer a Paolo Maldini e Leonardo pela estima e pela confiança que demonstraram em mim. Conheço a competência, a seriedade e o amor que ambos sempre dedicaram ao futebol italiano.
Lamento que uma decisão de caráter esportivo tenha sido rapidamente transformada em um debate público que acabou atribuindo à minha pessoa significados e intenções que não me pertencem.
Meu amor pela Itália não depende de um cargo. Ele faz parte da minha história, da minha identidade e continuará a me acompanhar, para sempre.”







